terça-feira, 19 de abril de 2011

A opinião na Internet

No último texto postado, falei sobre o Jornalismo Opinativo. Continuo tendo a certeza de que essa metodologia de escrita será o futuro do Jornalismo. Em diversos segmentos, notícias curtas, longas, mas sempre defendendo algum ponto de vista. Porém, é utopia acreditarmos que tudo que se escreve é verdade. Muitas vezes lemos textos escritos até mesmo por grandes Jornalistas articulistas, matérias sem nenhum fundamento, sem credibilidade alguma, na maioria das vezes, o comunicador nem domina o assunto comentado.
Mas, não podemos contextualizar. É notável vários veículos de comunicação surgindo, dentre esses veículos está o Blog, onde internautas de diferentes segmentos se expressam, debatendo assuntos que fazem a sociedade em geral discutir e formar opiniões próprias.
Um exemplo, no último final de semana nosso “querido” Senador e ex-governador de Minas Aécio Neves, foi flagrado na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde tem um apartamento, dirigindo com a carteira de habilitação vencida. Acredita que ele ainda se recusou a fazer o teste de bafômetro? Será por que? Aécio teve a coragem de falar que se esqueceu de renovar a carteira, mas não conseguiu inventar nenhuma desculpa convincente com relação ao recusar fazer o teste do bafômetro mesmo com toda sua técnica persuasiva que levou mais de 3 milhões de brasileiros a elege-lo Senador da República.
Enfim, Algumas redes de TV só deram uma nota rápida, na Internet, nem foto saiu. O Estado de Minas, principal jornal mineiro, nada foi divulgado. Mas, nos blogs alternativos, sem compromissos com os grandes veículos de comunicação, descascaram o cara, a galera comentou o ocorrido gerando uma grande repercussão nacional, pelo menos nas Redes Sociais. Em um determinado blog, um estudante fez o seguinte comentário; “O cara ainda quer ser Presidente da República?”. Simples e direto, mas profundo, quando paramos para pensar sobre o perfil de grandes políticos que conduzem a história do Brasil.
É de extrema importância o Jornalismo Opinativo, mas, volto a dizer, para opinar, é preciso saber o que está opinando, a internet atualmeé o principal veículo em formar opiniões, devido a tanta pluralidade oferecida e pelo grande numero de pessoas alcançadas de diversas idades, classes Sociais, raça, cultura e outras características que deixam a sociedade cada vez mais próxima.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O futuro é o jornalismo opinativo



É notório perceber como a opinião, subjetividade vem conquistando seu espaço dentro do Jornalismo em diversos seguimentos. Seja no Editorial, nos blogs, nos artigos, nas crônicas, nas charges, enfim, ele está presente com um único intuito; Formar opiniões.

Existem jornalistas que trabalham em determinados veículos que conseguem expor suas opiniões até mesmo nas notícias e afirmam serem totalmente imparciais. No Brasil é o que mais acontece.

Em países como a Espanha, os jornais impressos demonstram sua posição claramente, fazendo com que o leitor compre mais de um jornal para saber os dois lados e não deixar se influenciar por um simples veículo. Hoje, o jornalista brasileiro influencia ou é influenciado? Na verdade nem eu sei, mas pretendo descobrir ao longo dessa disciplina que iremos estudar a fundo sobre Jornalismo opinativo. Eu sempre gostei de opinar, expor o que penso para outras pessoas, as vezes, isso tem um preço, e muito caro. Mas é o futuro do Jornalismo. Notícias cada vez mais seguimentadas, com opiniões diversas. Ao contrário o que muitos acham, a expectativa é de crescimento. A 10 anos atrás, o numero de blogueiros era bem inferior do que temos hoje. Uma ferramenta onde Jornalistas podem expor suas opiniões de diferentes temas. Hoje o numero de leitores está crescendo porque a cultura intelectual das pessoas estão mudando. Os leitores estão buscando diversas formas de texto para construírem suas opiniões em diversos assuntos.

Não é qualquer um que deveria escrever opiniões nos veículos. Para se opor é preciso ter embasamento, afinal, ser reflexo na sociedade é uma responsabilidade enorme.

terça-feira, 5 de abril de 2011

O futuro do jornalismo literário

Essa história começou no inicio do século xx, Ton Rolf, Machado de Assis, José de Alencar, Elclides da Cunha e tantos outros. Pessoas que acreditaram nessa forma mágica e ao mesmo tempo inusitada de noticiar fatos nos grandes jornais. Em uma época em que o Jornalismo estava dando seus primeiros passos, ou melhor, escrevendo suas primeiras frases. Muitos acharam que o estilo não iria dar certo, mas as redações que apostaram na literatura jornalística ganharam ética, credibilidade e muitas delas estão no mercado até nos dias atuais, está certo que a literatura dentro das páginas diminuíram, mas mesmo assim, merecem receber os créditos.

Imagina, uma literatura sem contos, sem crônicas... difícil. Mas é fácil imaginar um Jornalismo sem literatura, principalmente nos dias atuais.

Onde foram parar os contos jornalísticos, você sabe? As crônicas ainda vemos, livros- reportagens também. É... Pensando bem, o jornalismo literário não está tão morto como muita gente pensa.

As vezes eu imagino Armando Nogueira, um dos pioneiros no telejornalismo brasileiro, dando uma pausa na redação do Jornal nacional para escrever uma crônica esportiva para o jornal O Globo. Era muita paixão. Será que ainda existem jornalistas assim? Percebemos um contexto na comunicação onde não há espaço para a literatura, mas é nítido ver grandes Jornalistas, mesmo sem espaço tentar inserir em determinados momentos a literatura. Seja nas reportagens esportivas de TV, nas entrelinhas de notícias deixando o texto bem subjetivo, e até mesmo nos programas de Reality show. Um dos maiores jornalistas que existe no Brasil, agora apresentando um programa de Entretenimento. Sabe por que ele escreve aquelas belas crônicas, que fazem muitos brasileiros chorarem? Para esquecer que um dia ele era um Jornalista que entrevistava presidentes, viajou o mundo atrás de grandes matérias, dentre elas, a queda do muro de Berlim agora está totalmente preso, ganhando uma fortuna, mas preso nas armadilhas de muitos veículos monstruosos.

A verdade é que se não fosse a literatura ter invadido as redações, hoje, o Jornalismo não teria conquistado a metade que conquistou até hoje.

Se existe óticas diferentes de Jornalistas, é devido a literatura. É muito complexo, mas a questão é; Será que veremos nos próximos anos uma abrangência do Jornalismo literário nos veículos? Depende! Se eu vou escrever e se terá pessoas para lerem.

terça-feira, 29 de março de 2011

Não tenho medo da morte



... uma das frases mais marcantes nos últimos meses falada pelo ex-vice presidente da República José Alencar, que partiu hoje e com certeza será um exemplo de superação, determinação, ousadia, liderança e outras qualidades que os brasileiros reconheceram durante se

us 79 anos de vida.

Foi em Muriaé, que José Alencar co

meçou a dar seus primeiros passos na carreira profissional . Com 14 anos consegue seu primeiro emprego numa loja de tecidos aqui na cidade, depois, partiu para Caratinga – MG, em seguida, não parou mais, até chegar a vic

e presidência da Republica em 2002, onde permaneceu até 2010.

É motivo de orgulho saber que um muriaeense mesmo lutando contra o câncer durante 13 anos, passando por 17 cirurgias resistiu bravamente, honrando todos os compromissos como vice-presidente.

Em 2005, José Alencar esteve pela última vez em Muriaé, me lembro que foi uma festa. A cidade parou. Eu era um adolescente, mas queria vê-lo de qualquer maneira. Na época ele esteve presente em vários lugares, foi homenageado no anfiteatro do colégio Santa Marcelina, visitou um velho primo, muito conhecido como Sr. Zezinho, para comer um simples frango com quiabo em um humilde restaurante as margens da BR 116, entre Muriaé e Miradouro.

Porém, uma cena que eu nunca esquecerei, foi quando ele estava saindo do Colégio São Paulo, onde estudou na sua adolescência. Estava um movimento muito grande na porta do colégio. Jornalistas, um batalhão de seguranças engravatados de óculos escu

ros em carros da presidência da Republica com bandeirinhas do Brasil penduradas. Tudo era novidade.

Até que começaram a movimentação do seguranças; “ Atenção, o veice-presidente está saindo, preparem-se”, diziam os seguranças. Em seguida, os jornalistas procurando um melhor ângulo. Até que surge José Alencar saindo do colégio. Foi muito rápido, mas por um momento eu estava diante de um dos homens mais importantes do país, que contribui diretamente em grandes projetos. Ele não parou, entrou rápido no carro. Mas foi um momento único que jamais vou esquecer.

Hoje, quando fiquei sabendo da notícia de sua morte, me recordei dessa história, e o que vai ficar marcado não só em minha mente como na maioria dos brasileiros, é a recordação de um homem batalhador, que mesmo nos momentos mais difíceis da sua vida, nunca se esqueceu dos brasileiros, sempre trabalhando com ousadia, e muita coragem, dizendo sempre; “Não tenho medo da morte”.

terça-feira, 22 de março de 2011

O que estamos fazendo?


Em 1994 Kelvin kater, um fotografo norte-americano foi até o Sudão registrar a miséria que existia naquele país. Relatou muitas imagens, porém, essa acima o levou a receber grandes prêmios, vários veículos de comunicação o parabenizou. Era uma realização pessoal que todo fotografo sonha em passar um dia.


Mas, depois de premiado, Kater suicidou-se. A ficha caiu! Ao meu ver, ele pensou, “ Uma fotografia vale mais que a vida?” O fotógrafo relatou que ao fotografar, esperou a criança morrer, enquanto atrás um Urubu também esperava. Várias questões foram discutidas depois de seu suicídio, como a pergunta; “Se fosse você que estivesse atrás da câmera, o que faria?” Muitos responderam que não se importaria para a fotografia e ajudava a criança. Será que ajudaria mesmo? Por que não ajuda hoje. Em uma pesquisa realizada apontou que toda comida jogada fora no mundo, mataria a fome de todo continente africano. Em pleno século xxl ainda existe muitos morrendo de fome em toda parte.


Estamos vivendo um contexto onde várias catástrofes climáticas assolam o mundo. Pessoas morrendo, ficando sem lugar para morar, perdendo amigos, familiares... Devido a tantos acontecimentos, tenho pensado muito na minha vida, no que eu estou fazendo para ajudar de alguma forma alguém que precise.


Devido a tantas tragédias, a verdade é que estamos perdendo a sensibilidade humana. Tudo é normal. Trezentas pessoas morreram na região Serrana, trezentas mil morreram no Haiti, mais de dez mil no Japão. E daí. Não me afetou em nada! Infelizmente, é o que muitos pensam, ainda que esses pensamentos estejam no subconsciente. Mas estão lá.


Até que ponto a falta de amor ao próximo pode chegar? O que isso trás de negativo? É o nosso papel como comunicadores, ou seres humanos?

terça-feira, 15 de março de 2011

Jornalismo literário


Exercicio publicado na aula de Redação de Jornalismo, Prof(a): Ludmila
Objetivo: Transformar um conto literário em uma notícia jornalistica.
Obs: Notícia não factual.

Leia o conto na íntegra, clicando aqui.

Resumo: O conto relata a história de uma jovem que ao voltar de férias se apaixona por um funcionário de uma loja de fotografia logo na primeira vez que o ver.





Paixão à primeira vista

Depois de voltar de viagem de férias com o padrasto, mãe irmã e sobrinha, Nilce se apaixona por Egídio, técnico de revelação em uma loja de fotos da cidade.

O fato ocorreu depois que Nilce precisou revelar as fotos tiradas na praia onde passou as férias com a família, registrando lugares como rodas de samba e outros passeios feitos no local.

Ainda meio atordoada devido ao término de um namoro de três anos, Eunice não deixou se abater e aproveitou seus dias de descanso mesmo despois que descobriu algo que o decepcionou. Seu ex-namorado era casado e tinha filhos. Segundo ela, a viagem até ajudou a distrair, mesmo com a tristeza estampada em seu rosto.

Depois de voltar de viagem, a auxiliar administrativa foi até uma loja de fotos revelar as fotografias que tirou nas férias. Quando entra no local, se depara com vários casais apaixonados esperando suas fotos ficarem prontas, o que aumentou ainda mais sua tristeza. Mas, em pouco tempo, deixou de sentir uma angustia mudando para um sentimento diferente. “Não sabia o que senti naquele momento só sei que foi algo muito bom e prazeroso ao mesmo tempo, nunca tinha sentido isso antes, nem pelo meu ex-namorado que convivi durante três anos”, afirma Eunice. Tudo devido ao Técnico em Revelação Egídio. Mesmo com baixa estatura e sem trocar uma palavra com Eunice, foi o bastante para ela se apaixonar e se distrair durante todo o dia.

terça-feira, 1 de março de 2011

A caminhada de Isabelle

Pauta: Matéria sobre a cantora Muriaense que está participando do programa “Cantando no SBT”.

CANTORA MURIAEENSE É SUCESSO NAS TELAS DO SBT

Muriaé tem mais um motivo para se orgulhar dos seus artistas. A muriaeense Isabelle Soares de Paula tem se destacado nas telas do SBT. Filha de Marcelo de Paula Homem e de Juçara Soares, a jovem cantora de apenas 12 anos, já está entre as finalistas do programa "Cantando no SBT", ficando em primeiro lugar da segunda eliminatória. O programa em que Isabelle ganhou a medalha de ouro vai ao ar nesta segunda-feira (21/02), às 20h30. Vale a pena conferir o sucesso desta grande cantora, que promete muito nos palcos brasileiros.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Fundarte


TEXTO LITERÁRIO


Foi um dos dias mais marcante e, ao mesmo tempo, o mais tenso na vida de Isabelle Soares de Paula, mas também foi um dos dias mais felizes de sua vida.

Era uma terça-feira, bem cedo quando Isabelle juntamente com seus pais saíram de Muriaé(MG) rumo a São Paulo, não era uma simples viagem, era um inicio de um grande sonho que 633km o separavam. O destino era os estúdios do Sistema Brasileiro de Televisão, o SBT. Isabelle foi participar do concurso musical Cantando no SBT, um desafio para uma garotinha de apenas 12 anos.

Depois de sete horas de viagem, Isabelle chega a São Paulo, vai direto ao centro de gravações da emissora, chegando lá, uma série de coisas a fazer, figurino, maquiagem, conversas rápidas com produtores o que só aumentava o frio na barriga.

Enfim, chega o momento mais esperado, começa a gravação, Isabelle aguarda ansiosamente sua vez. Entra o primeiro candidato, entra o segundo, até que um dos produtores chega até Isabelle:

- Está tudo certo?

- Sim, está, diz Isabelle.

- Ok, prepare-se, você é a próxima, aguarde o apresentador lhe chamar, entra cantando e sorrindo. Boa sorte!

Isabelle entra no palco, canta, contagia a plateia e garante a classificação para a próxima fase do programa.

Filha de Marcelo de Paula e Jussara Soares, a muriaense se destacou no “Cantando no SBT”. A jovem cantora já está entre as semifinalistas, ficando em primeiro lugar na segunda eliminatória. O programa em que Isabelle ganhou a medalha foi ao ar quinta-feira (21/02). Vale a pena torcer por essa jovem cantora que promete muito mais nos palcos de todo Brasil.



Este texto foi escrito como atividade da disciplina Redação em Jornalismo e possui informações fictícias, embora baseado em um fato real.